Terça-feira, 19 de Dezembro de 2006

para o Rafael

...e se hoje não estou afoito
é porque é dia dezoito;
e Dezembro houve um,
de que hoje farias vinte e um...

Rafael, meu filho,
minha tristeza,
meu coração pisado,
minha beleza triste...

Não deixes, não deixes
que fique assim eternamente
nas margens brumosas de um pântano celta...

Dá-me a coragem de partir,
de romper com as raízes!

Quero ir procurar o brilho dos teus olhos
- que nunca os vi abertos...

Talvez nas margens altas do Cunene,
talvez no deserto das terras do Sul...

Contemplaríamos juntos, ao pôr-do-sol, extasiados,
as belezas que o Criador nos dá...
publicado por zé kahango às 03:22
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